segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

A Terra vai esfriar!

A Terra vai esfriar!
Não se espante com a afirmação, mas é o que dizem cada vez mais cientistas do mundo inteiro, que contestam a teoria do chamado efeito estufa ou aquecimento global.

A "realidade" do aquecimento global, fruto da ação devastadora do homem, está tornando-se um dogma, ideológico e propagandístico, com larga aceitação na mídia... mas pouco embasamento científico.

Histórias dramáticas de catástrofes climáticas tornam-se notícias de jornal e a televisão e o rádio dedicam-lhes horas de transmissão, atribuindo gratuitamente sua origem ao "aquecimento global". Enquanto isso, políticos e grupos eco-fanáticos aproveitam a oportunidade para reafirmar suas teses ideológicas.

Imprecisões científicas do IPCC
Em abril de 2007 o Inter-governmental Panel of Climate Change (IPCC), o painel da ONU sobre o clima, previu conseqüências desastrosas para o Planeta, devido ao aquecimento global.

Entretanto, muitos cientistas, ligados ao próprio IPCC, passaram a denunciar a inexactidão das conclusões científicas do painel sobre o clima e a revelar a forte politização do relatório, uma vez que além de cientistas, o processo de elaboração do relatório recebeu a colaboração de representantes de governos, indústrias e organizações ambientais, todos eles comprometidos com agendas políticas.

O próprio IPCC chegou a recuar em muitas de suas conclusões "científicas".

Extinção voluntária da Humanidade
A mídia criou um falso consenso a respeito do dito aquecimento global. Com base nessa "histeria", passou a assistir-se a uma verdadeira ofensiva contra o progresso e a civilização.

A "solução" seria a realização da utopia ecologista (do pesadelo ecologista, seria melhor dizer) de uma sociedade igualitária, baseada na recusa do sadio progresso e do crescimento econômico, na diminuição forçada da população mundial, nutrindo-se de uma cadeia alimentícia primária, consumindo muito menos, e compartilhando formas primitivas de existência.

Nessa trilha, as propostas chegam a graus de radicalidade extremos. Alan Weisman, da Universidade do Arizona, propõe universalizar a política chinesa do filho único, pois segundo ele a maior fonte de poluição é a duplicação do próprio ser humano.

E o Movimento de Extinção Voluntária da Humanidade (VHEMT) convoca os seres humanos a parar de se reproduzir, causando a extinção gradual da espécie, para que o "planeta volte aos poucos à sua antiga glória".

Tais propostas radicais, devem-nos fazer pensar sobre os interesses ocultos por trás dessa "teoria" tão questionável.

Qual o papel do gás carbônico?
Será que o mundo está mesmo à beira da catástrofe, anunciada por alguns, como o ex-presidente Al Gore?

Essencialmente, a teoria do efeito estufa ou do aquecimento global afirma que a queima de combustíveis e outras ações humanas, como a expansão da agro-pecuária, estão dando origem a um acúmulo excessivo de gás carbônico na atmosfera. Esse acúmulo seria responsável pela alteração do clima e a acentuação de fenômenos meteorológicos catastróficos.

Entretanto, segundo muitos cientistas o aumento do gás carbônico na atmosfera não é causa da elevação de temperatura mas sim fruto da mesma. A causa do aquecimento seria outra, que nada tem a ver com a conservação ambiental, e o aumento de temperatura seria cíclico e não se manteria indefinidamente.

O jornal Folha de S. Paulo (15.fev.2008), em seu caderno de Ciência, noticia que um grupo de cientistas, entre os quais José Carlos Azevedo, ex-reitor da UnB, entregou ao Ministro da Ciência e Tecnologia um documento em que questionam a influência da ação humana nos fenômenos das mudanças climáticas globais:

  • " "A conservação ambiental não tem nada a ver com o aquecimento global, esta é a nossa principal mensagem", disse Luis Carlos Molion, diretor do Instituto de Ciências Atmosféricas da Ufal (Universidade Federal de Alagoas). Os integrantes do grupo afirmam ser "céticos sobre a existência do aquecimento global".

    Os dados apresentados ontem fazem parte do projeto internacional Cloud, que reúne 24 instituições de ensino universitário de dez países para analisar a influência de raios cósmicos na atmosfera e no clima da Terra.

    Baseados em dados desta iniciativa, os signatários do relatório entregue ao MCT afirmam que dentro de 20 anos a temperatura do planeta estará mais baixa e questionam as conclusões do IPCC, o painel da ONU sobre mudança climática que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2007. Os dados do painel seriam "alarmistas" e o Protocolo de Kyoto, "inútil".

    "O que nós queremos é mais democracia para debater o assunto, só uma voz tem lugar na imprensa hoje", afirmou o economista Mark Lund. ....

    O IPCC, dizem os "céticos", não levaria em conta dados sobre o comportamento da temperatura do planeta há centenas ou milhares de anos e partiria de premissas equivocadas. "Há interesses financeiros por trás do IPCC, a gente não consegue trazer a verdade", disse Fernando Mendonça, ex-presidente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

    O aumento da concentração de gás carbônico na atmosfera, afirmam, seria resultado, e não causa, da elevação da temperatura. O aquecimento da atmosfera, segundo o documento, é fruto dos raios cósmicos. "
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4 comentários:

Anônimo disse...

Gostei muito desse artigo, excelentes argumentos que precisamos ter na memória para discutir com os eco-fanáticos ou eco-insuportáveis.
Seu amigo, José Elite.

ZEPOVO disse...

Excelente. No ano passado fiz um post falando exatamente isto , baseado em sites na Europa onde o aquecimento global já começa à ser tratado como mito. De "aquecimento global" as ONG's passaram à falar em "variações climáticas" e estão quase que de maneira constrangida chegando à brilhante conclusão que o clima varia muito no planeta, e que de tempos em tempos esfria ou esquenta dependendo de fatores que fazem suar até os super-computadores americanos de previsões climáticas.

Na verdade tem gente que gostaria de ver os paises "em desenvolvimento" sempre nesta situação, tipo cresçam mas não muito, e para isto qualquer desculpa vale, como o terrível aquecimento global, ou o fim da água potável no mundo!
No caso brasileiro, às vezes acho que as ONG's e os países ricos querem é que o povo brasileiro ponha uma tanga, se enfeite com penas e volte à falar tupi. Vamos viver do extrativismo responsável e do artesanato em cerâmica.

Anônimo disse...

Excelente artigo! Muito bom se poder falar mais sobre o assunto. Esse tema do aquecimento global e ecologia são tratados de uma forma muita tendenciosa pela imprensa, politicos e educação.
Abraços do seu amigo
Shigueru

MARCO ANTONIO disse...

CARO SEPULVEDA,

Sobre Aquecimento Global, eu sempre fiquei com o pé atrás.

Deposi que assisti aos EUA, de uma hora para outra, apoiando a tese do aquecimento, me deu um estalo: ah, pensei, deve ser para segurar o crescimento chinês e indiano. Claro.